calma criativa

Quantas vezes já ficamos angustiados quando precisamos encontrar uma solução criativa para resolver um problema?

Seja um projeto novo, uma questão profissional ou mesmo algo em nossas jornadas pessoais que precisam de um novo caminho.

A verdade é que cotidianamente temos problemas para resolver. E quando desejamos soluções diferentes, sabemos bem que não adianta fazer “mais do mesmo”, pois os resultados serão similares aos que já encontramos anteriormente.

Se a criatividade vem de uma combinação inusitada de ideias, é preciso sermos capazes de criar estes espaços para que estas ideias se encontrem e criem algo novo.

É preciso esvaziar-se do velho para que este novo encontre um espaço para ocupar. E é na calma, no vazio e na distração que, muitas vezes, aquela sensação de “eureca” acontece.

Nem sempre vem acompanhada de fogos de artifício, muitas delas vem como uma suave brisa. Vem naquele momento inesperado. Comigo, muitas vezes vem durante uma caminhada ou antes de dormir.

E neste momento é importante “laçarmos” a ideia para que ela não nos fuja. Um bloquinho e uma caneta ou app, sempre ajudam!

E para você, quando estas soluções costumam aparecer?

“Perdão é feito para gente pedir”

Hoje, peço perdão a quem julguei.

Peço perdão a quem feri.

Peço perdão a quem não fui justa.

Somos todos seres em evolução, erramos.

E temos o livre arbítrio de buscar a arrogância ou a humildade.

Hoje, perdoo a quem me julgou.

Perdoo a quem me feriu.

Perdoo a quem me tratou com injustiça.

Somos todos seres em evolução, erramos.

E temos o livre arbítrio de praticar o orgulho ou a compaixão. 

Tem poderes mágicos quando vem do coração.

O perdão, desfaz as amarras.

Nos preenche de luz e esvazia as sombras.

Perdão a si mesmo. A quem desejar. 

Nos redime da culpa e do julgar. 

O perdão nos liberta e liberta o outro.

Pronto para praticar?

Be_live

Este post não é sobre BELIVE, acreditar. Apesar de eu manter a crença de que uma das principais diferenças entre quem faz e quem não faz acontecer, está neste primeiro passo: acreditar que somos capazes. 

O acreditar aqui é sobre esta força propulsora que nos faz sair da cama com vontade de tirar a vida para dançar. Aquele acreditar que dá um play na coragem e, às vezes mesmo com uma pontinha de insegurança, nos impulsiona para dentro de universos inexplorados. Acreditar que um mundo melhor é possível. Acreditar em nossa própria força. Crer. 

Este post é sobre BE.LIVE, esteja vivo! E então quero saber  se nas suas escolhas cotidianas você vive ou somente sobrevive. Quanto tempo dos seus dias você está apenas no piloto automático e quanto deste tempo está verdadeiramente presente e consciente?

A cada momento fazemos novas escolhas. O que vestir? O que tomar no café da manhã? Que caminho fazer? Como reagimos aos nossos próprios pensamentos ou a tudo que vem do lado de fora? Puxa, é uma lista interminável de escolhas todos os dias, não é mesmo?

E cada uma delas traz suas consequências, algumas controláveis, mas a grande parte delas não. E lembrando, que não fazer escolhas é também é uma escolha. 

BE.LIVE, esteja vivo! É sobre definir quais dessas escolhas são verdadeiramente importantes para nós. Quais delas não devem ser relegadas às escolhas dos outros. Quais devem ser retiradas do modo automático e trazidas para a luz da nossa consciência. 

BE.LIVE, esteja vivo! É sobre sair do transe passado e/ou futuro, é trazer nossa consciência para o presente. Sabermos que o passado é um valioso mestre, mas não tem nada que possamos mudar nele, a não ser a compreensão que tecemos hoje, sobre estes fatos antigos. O passado é um lugar importante para visitarmos, mas não para construirmos nossa casinha com varanda nele. Assim como, colocar nossa roupa de astronauta rumo ao futuro é um exercício de espionagem imaginativo. Colorimos sonhos, desenhamos planos e regamos expectativas, que precisam do hoje, na grande maioria das vezes, para se tornarem reais. 

É sobre BE.LIVE, estar vivo! E quando esse futuro chegar, saber que você fez o seu melhor, para estar onde está e ser quem você escolheu ser. Assim, estamos preparados para desfrutar da jornada e não só olhar a paisagem deslizar pela janela, enquanto ficamos parados dentro do vagão. 

É viver, cada sorriso que você entrega, que recebe, cada sabor, cheiro e cor. Viver cada sentir, independente de qual seja. 

ESTAR VIVO para construir o caminho, que faz o nosso ACREDITAR se tornar real! 

Criativar-se é se permitir criar.

Quando pequena, com uns nove anos de idade, me deixaram costurar em uma máquina “de verdade” pela primeira vez. Estava feliz, pois já  era grande o suficiente para pilotar aquela máquina, na qual eu via minhas avós e mãe criarem tantas coisas lindas, fazer remendos, abrir casas de botão… Estava muito entusiasmada em poder materializar todas as roupas de boneca que eu tinha em minha mente.

Lá fui eu, sentei na beirada da cadeira, para poder encostar no pedal da máquina. Para treinar, eu desejava apenas fazer uma costura reta em um pedaço de tecido qualquer. Deram-me todas as instruções técnicas. Eu estava pronta!

E a máquina saiu acelerando, depois fui acertando a força que eu deveria fazer no pedal para ajustar a velocidade. Quando cheguei no final daquele pedaço de tecido, estiquei ele na minha frente para contemplar minha primeira costura e ela estava alí… completamente torta! Tudo bem, era  minha estreia. Vamos lá de novo! Segunda tentativa, outra vez não deu certo.

Vamos lá, com o tempo melhora, pensei. E na terceira tentativa, a linha embolou por trás do tecido, travou a máquina inteira. E aos meus 9 anos, achei que aquela história de costurar na máquina não era para mim. Voltei para a linha e agulha e continuei a fazer as roupinhas do jeito que sabia. E segui feliz com isto, convencida que pilotar máquinas de costura é uma tarefa muito complicada.

Quase 30 anos depois, comecei a seguir algumas postagens de patchwork no Pinterest. Quanta fofura costurada em cores e formas, ficava curiosa, mas aquela voz lá da infância lembrava que “eu não sei”, “eu não consigo”, “é difícil”.

A curiosidade foi maior do que os freios e me matriculei num curso de costura de 12 horas. E não é que já nas 4 primeiras horas saiu uma das peças de jogo americano, com 5 (sim, cinco) pedaços de tecidos diferentes!

Ah, saí mais do que orgulhosa! Sim, tinha vários erros. Mas eu não estava preocupada com eles, pois estava feliz demais em superar mais um “eu não consigo” da minha listinha.

Não era o primeiro “eu não consigo” ou outro auto-julgamento do tipo, que eu tinha ultrapassado. Mas cada pequena conquista desta, em que a gente vence os próprios limites tem um sabor especial! Pois são estes limites que nós mesmos nos colocamos é que, na maior parte das vezes, criam as fronteiras que nos paralisam para ir além.

Então, ainda hoje a máquina as vezes engasga com a linha, as vezes a costura sai um pouco torta, mas o principal é que a diversão de me permitir criar faz com eu me sinta capaz de enfrentar outros “Eu não sei” ou “é difícil”, me permite voar para além dos limites que eu mesma havia me colocado, permite que eu me aproxime mais do infinito de possibilidades que desejo ser, me permite apenas sentar, fluir e criativar.

Obstáculos

Lá está ele, um obstáculo no meio do caminho!
Sim, eles fazem parte da nossa paisagem, são parte da nossa jornada.
Mas aqui, olhando este que apareceu à minha frente, me deparei com centenas, ou talvez milhares, de outros obstáculos que eu já havia passado e que ficaram na parte de trás desta trilha.
As vezes, a gente sai a galope ultrapassando vários, outros são mais custosos e a gente se demora mais neles.
Que eles nos trazem aprendizados a gente também já sabe.

Mas quantas vezes nos abraçamos forte depois de tê-los superado?

Quantas vezes, nos damos aqueles tapinhas nas costas e nos dizemos: “foi difícil, mas você conseguiu, parabéns”!

Ou então, não teve o resultado que queria, mas se abraçou ainda mais forte e disse: “caramba, você se esforçou!”

Podemos criar uma jornada mais leve e amorosa, quando substituímos a autocrítica excessiva pela auto-empatia, pelo auto-reconhecimento e pelo auto-amor!

Bora nos abraçar mais!!

A Criatividade como fator econômico

       A criatividade sempre esteve presente nas atividades humanas, sejam elas sociais ou econômicas. As definições conceituais da criatividade são diversas e permeiam percepções distintas sob a ótica de seus autores, dada a complexidade inerente a este fenômeno. Em função das características multifacetadas e pela complexidade das dimensões que permeiam o tema, a Criatividade não dispõe de um conceito linear, mas sim de um conjunto de definições, que ao contrário de serem excludentes se sobrepõe e se complementam (CORREIA, 2004).

close up of human hand
Foto por Pixabay em Pexels.com

 Mesmo sem uma linearidade das definições desenhadas para o termo criatividade, nota-se que há um fio condutor que permeia os diferentes autores no sentido mais amplo. Tendo o interesse de alinhar o entendimento do termo utilizado neste artigo e a compreensão do leitor, passar-se-á a compreender a Criatividade de acordo o conceito descrito por Howkins, que a traduz como a capacidade de se gerar algo novo, ou seja,

a criatividade ocorre independentemente desse processo levar ou não a algum lugar; ela está presente tanto no pensamento quanto na ação. Ela está presente quando sonhamos com o paraíso, ao projetarmos nosso jardim e quando começamos a plantar. Estamos sendo criativos ao escrever algo, não importa se publicamos ou não, ou quando inventamos algo, seja essa invenção usada ou não“. (HOWKINS).

     O entendimento proposto no Creative Economy Report da Organização das Nações Unidas – ONU, por meio da UNCTAD (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento), indica que a criatividade pode ser manifestada das seguintes formas: a criatividade artística (que inclui a imaginação e a geração de ideias originais e novas); a criatividade científica (que inclui a curiosidade, o desejo de realizar novas experiências e buscar novas formas de resolver problemas); e a criatividade econômica (que inclui as inovações tecnológicas, as práticas de gestão, buscando maior vantagens competitivas) (UNTCAD, 2010, p.03).

     Para que se compreenda o momento em que a criatividade se conecta de maneira mais efusiva ao centro dos processos produtivos, é interessante que se faça uma breve linha histórica da humanidade, em que se percebe que o suor, por meio do trabalho humano, foi o ingrediente fundamental dos processos econômicos na maior parte do tempo. Posteriormente, com o advento da indústria, o capital ganha espaço e importância nas relações produtivas. E chegando aos dias atuais, o talento, a imaginação, o conhecimento, ou seja, a criatividade, passam a ser o ingrediente fundamental nos processos produtivos (NEWBIGIN, 2010).

     A criatividade assume, então, o viés de recurso crucial nos cenários da economia capitalista. E neste sentido, não está restrita aos bens e serviços voltados à cultura, mas expande sua importância para inúmeros outros setores industriais. (MEDEIROS, 2011).

a criatividade é multidimensional e se apresenta de diversas formas que se potencializam. É um erro pensar, como muitos, que ela se limita à criação de inventos espalhafatosos, novos produtos ou novas empresas. Na economia de hoje, a criatividade é generalizada e contínua: estamos sempre revendo e aprimorando cada produto, cada processo e cada atividade imaginável, e integrando-os de novas maneiras“. (FLORIDA)

     Em seus estudos, Reis (2011) incita a Globalização como “a pedra miliar” das discussões que envolvem o papel da Criatividade na economia pós-industrial, sob a égide de duas distintas e congruentes vertentes. Em primeiro lugar, a autora destaca a fragmentação das cadeias produtivas de bens e serviços criativos em escala global e a ampliação do mercado, salientando a distinção com que esta nova configuração do mercado mundial se apresenta para os grandes e pequenos produtores. A segunda vertente diz respeito à mobilidade, à disputa e à recompensa dos recursos criativos no panorama mundial. Ao passo que a globalização se firma pela maior dispersão dos processos de criação e distribuição de bens e serviços criativos, entende-se que a localização geográfica do capital humano passa a ser irrelevante. Tendo como pano de fundo o cenário global altamente competitivo, os ativos transferíveis, como por exemplo o capital financeiro, deixam de ser os mais valiosos, cedendo lugar aos ativos com maior valor agregado e menor possibilidade de cópia, ou seja, aqueles que possibilitam a produção de bens e serviços diferenciados.

    Por certo, a imaginação e os talentos ligados à prática de atividades criativas são inerentes à própria existência humana. Porém, dá-se aqui o destaque ao desenvolvimento da criatividade como insumo principal da geração de bens e serviços que são produzidos e comercializados, tendo a propriedade intelectual como sua base. Em outras palavras, uma habilidade que pode e deve ser desenvolvida por aqueles que navegam pelo mundo do trabalho do futuro e de hoje!

 

Por: Ana Barcellos

Este texto traz recortes do artigo A ECONOMIA CRIATIVA CATARINENSE:UMA ANÁLISE DO TRABALHO CRIATIVO EM SANTA CATARINA, publicado na Revista de Extensão e Iniciação Científica UNISOCIESC , v. 2, p. 01-20, 2015.

Acesse o artigo completo aqui.

Como transformar TIC´s em TAC´s

Certamente as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC´s) chegaram para mudar a forma como as relações profissionais, pessoais e de aprendizagem acontecem no mundo contemporâneo. A Informação nunca este tão disponível a todos, como está nos dias atuais. Basta um click e uma janela se abre a nossa frente, com históricos, conceitos, imagens, vídeos e experiências compartilhadas.

Mesmo assim, é notório o fato de que esta democratização do acesso à informação não pode ser traduzida num aumento generalizado de conhecimento por parte da sociedade. Quando se aborda esta questão no âmbito da Educação, o caminho entre o acesso à informação e a formação do conhecimento ainda geram debates entre diferentes, e ora divergentes, posições.

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Os espaços acadêmicos muitas vezes ainda são formados por alunos do século XXI em salas de aula do século XIX. Sim, se observarmos muitas das salas de aula de hoje, a forma com que as carteiras estão dispostas e, principalmente, o modo com que as aulas são ministradas ainda encontraremos a estrutura nas quais nossos antepassados aprenderam.

Enquanto uma parcela de docentes sente-se confortável neste modelo de ensino, mesmo vendo seus alunos inquietos e pouco atentos aos monólogos conceituais, alguns outros já fizeram o caminho do autoquestionamento, passaram por processo de empatia, observando seus alunos e buscando formas que alcançassem estas jovens mentes. Este professor já sabe que a informação permeia todas as frestas da sociedade, ele não é o único que detém os conceitos e conhecimentos. Então, a relação de hierarquia em que o professor é o dono do conhecimento e “dá” informações aos alunos que não as possuem, não cabe mais no cenário atual. Ambos, professor e alunos, trocam informações dentro de uma teia de ganha-ganha.

Apesar deste docente estar conectados com as novas tecnologias e utilizá-las em suas práticas docentes, ele entende que a TIC não está no centro desta nova relação de ensino/aprendizagem, mas sim é uma ferramenta que pode auxiliar esta relação em muitos momentos. Vislumbra que é preciso ir além das TIC e entrar na abordagem das TAC´s (tecnologias de aprendizagem e conivência).

O mundo precisa mais do que habilidades cognitivas, precisa de cooperação e trabalho em equipe. E entende-se que estas habilidades não podem ser completamente sorvidas somente nos livros ou discursos, é preciso experiência-las. Para isto, faz-se necessário que as salas de aulas sejam espaços abertos para que possa experienciar o conhecimento e assim integrar estes saberes de maneira vivencial no cotidiano do acadêmico.

Sendo assim, cabe ao professor o dever de provocar estas experiências. As tecnologias da informação sozinhas não são capazes de levar os alunos por este caminho, cabe ao professor convidar, guiar e apoiar o acadêmico nesta jornada, orientando-o no desenvolvimento de sua autonomia, de sua responsabilidade e de sua solidariedade.

E este convite só faz sentido à nova geração se o conhecimento estiver conectado à sua vida. Ele aceitará esta jornada de aprendizados e se motivará para permanecer nela, se puder perceber o propósito real dos conceitos, mesmo os mais utópicos. Pois, no fim, a escola é muito mais do que um espaço para se aprender, é um espaço para se educar!

O professor mentor

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Photo by Pixabay on Pexels.com

Grande parte das escolas e faculdades têm investido quantias substanciais na atualização de suas tecnologias educacionais , buscando otimizar e aprimorar os processos de ensino-aprendizagem. Entretanto, este tema tem acendido o debate de que o simples uso de novas tecnologias não garante um avanço substancial na geração de conhecimento.

 

Ainda esta semana, Anthony Salcito, VP de Educação Global da Microsoft, em entrevista à Revista Época afirmou que “não precisamos de tecnologias incríveis, mas de professores motivados”, link.

Autores como Parzinello e Maman (2010), ressaltam que os professores precisam compreender o uso das novas tecnologias para, além de motivar seus alunos, compreender as dinâmica na aquisição das informações por parte destes. A informação está, literalmente, na palma da mão dos alunos de hoje e em uma velocidade cada vez mais acelerada. O espaço da sala de aula já tem se expandido para além de seus limites físicos e vem ganhando fronteiras globais.

Neste cenário de intensa transformação, é necessário que se reflita sobre o papel dos docentes na sala de aula do século XXI. O modelo que perpetua desde a Idade Antiga, em que alguns docentes se acomodam no papel de orador, já não cabe mais na realidade acadêmica atual. Como novo paradigma, seu papel passa a ser de professor-mentor, apto a auxiliar o aluno em encontrar o significado dos conceitos teóricos em suas vivências práticas, sejam elas pessoais ou profissionais. Cabe ao professor-mentor, orientar o processo de transformação da informação em conhecimento.

Por certo, esta reflexão já vem sendo levantada por autores como Dewey, desde meados do século passado. Mas com o advento das tecnologias da informação e comunicação, TIC´s, este debate ganha mais relevância e urgência.

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Se hoje, o papel das SoftSkills se destacam na definição do perfil profissional, estas habilidades também se fazem necessárias aos professores, que realmente desejam se comprometer com o processo de ensino-aprendizagem de seus alunos.

 

 

À exemplo da importância da criatividade na prática docente, ressaltada por Castanho (2000), quanto cita que “o desenvolvimento da criatividade está intensamente presente quando se propõe uma nova ideia de ensinar e aprender”.

Não há como formar profissionais com habilidades voltadas aos C´s (Comunicação, Criatividade, Colaboração e Pensamento Crítico) sem que os docentes estejam desenvolvendo estas mesmas softskills. Por certo, este é um momento de mudança de paradigma educacional e novas oportunidades também se descortinam aos profissionais que desejam fomentar o seu aprimoramento e de suas práticas pedagógicas.

 

Referências:

CASTANHO, Maria Eugência L. M. A criatividade na sala de aula universitária. In VEIGA,  Ilma Passos A. e CASTANHO, Maria Eugênia L. M. (orgs) Pedagogia Universiária: a aula em foco. Campinas : Papirus, 2000

PARZINELLO, Janete Krohn; MAMAN, Daniela. Tecnologias nas sala de aula: o professor como mediador do processo de ensino aprendizagem. XXI Semana de Pedagogia, 2010. Disponível em <www.cac-php.unioeste.br/eventos/iisimposioeducacao/anais/trabalhos>. Acessado em 04 de outubro de 2017.

“O jeito Harvard de ser feliz”

sunset beach people sunrise
Foto por Pixabay em Pexels.com

Enquanto ainda filosofamos sobre a resposta de quem chegou antes o “ovo ou a galinha”, o pesquisador de Harvard, Shown Achor, inverteu a lógica de que sucesso traz felicidade e explica em sua obra “O jeito Harvard de ser feliz”, que na verdade é a felicidade que se converte em sucesso.
Leituras neste caminho, podem ser amplamente encontradas nos livros de Filosofia Budista, contudo nesta obra sustentada pela Psicologia Positiva, o autor descreve o resultado de suas pesquisas científicas que respaldam esta conclusão.
Ressaltando que o sucesso descrito não se limita ao mindset de que o sucesso se resume ao número de zeros em sua conta bancária, estaobra traz Sete Princípios desta teoria, que são: o benefício da felicidade, ponto de apoio e alavanca, o efeito tetris, encontre oportunidade na adversidade, círculo de zorro, a regra de 20 segundos e o investimento social.
Além destes princípios, o livro traz também algumas orientações de sobre como se pode alcançar níveis maiores de bem-estar e positividade, com diversos exemplos práticos.
O diferencial deste livro é esta quebra de paradigma, de que precisamos alcançar o sucesso para então sermos felizes. Seguir neste modelo mental traz ansiedade e reduz as oportunidade de desfrutarmos níveis mais elevados de bem-estar. Vale conhecer os resultados deste estudo e refletir sobre este tema, tanto no âmbito profissional como no pessoal.
A seguir, deixo um vídeo resumindo o conteúdo do livro neste link criado pela Epifania