Economia Criativa: breve contextualização histórica.

     O cenário econômico mundial, permeado pelo comportamento globalizado de seus consumidores, produtores e governo, vem alterando os processos de produção e distribuição de bens e serviços, num ambiente cada vez mais competitivo. Unido a este fato, o desenvolvimento de novas tecnologias da informação, ampliou-se o espaço para inovações que potencializam a diferenciação dos produtos e suas lógicas de comercialização.
Buscando dinamizar sua competitividade em âmbito global, ainda da década de 1990, países como a Austrália e a Reino Unido, deram um start na identificação dos potenciais econômicos que trariam maior vantagem competitiva. E nesta busca, observou-se que a Criatividade passava a ser o centro da diferenciação dos produtos e indústrias que obtinham melhores resultados econômicos.

two women and man standing in front of wall board
Foto por rawpixel.com em Pexels.com

       Acompanhando os resultados dos setores criativos, observou-se que mesmo em meio à crise de 2008, estas atividades permaneceram em crescimento, fato este que trouxe ainda mais interesse ao entendimento e ao fortalecimento da Economia Criativa em diversos países. Com este entendimento, passaram a ser construídos novos caminhos teóricos, políticos e organizacionais tendo como base os processos criativos e a definição da Criatividade como um insumo econômico. Assim como não há um conceito estático para a Criatividades, o framework da Economia Criativa passa por diferentes construtos que se interceptam e complementam.

     Cabe ressaltar, que a Economia Criativa vai além do uso da criatividade e da inovação para a geração de produtos, serviços ou mesmo tecnologias,  e sua referência passa a ser impressa em modelos de gestão e de negócio. Tornando este, um conceito mais amplo e abrangente,o quel será o tema no próximo post.

 

Por: Ana Barcellos

Parte deste texto faz foi trazido do artigo A ECONOMIA CRIATIVA CATARINENSE:UMA ANÁLISE DO TRABALHO CRIATIVO EM SANTA CATARINA, publicado na Revista de Extensão e Iniciação Científica UNISOCIESC , v. 2, p. 01-20, 2015.

Acesse o artigo completo aqui.

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